Só para não falar que, mal por mal, o sistema de ensino está preparado para formar o maior número de alunos para um variado número de áreas. Projetos como TUMO ou EdP dependem dos interesses dos alunos, que não são necessariamente aptos para áreas que eles querem estudar no futuro.
tretafp on
Por princÃpio, este tipo de projetos não têm densidade nem fundamento pedagógico.
São modas, com grande investimento privado, orientado para projetos não universalizáveis, com investimento de quem procura destabilizar os sistemas educativos, para beneficiar economicamente com isso.
4 Comments
Preciso do artigo da [direita.com](http://direita.com)
Li o artigo do público sobre este projeto e foi… Interessante. Para além das coisas que esse artigo aborda, o lÃder do projeto em Portugal também falou de grandes números de estudantes TUMO candidatos a cargos de topo, esqueceu-se foi de dizer que isso não se remete a Portugal mas a todos os paÃses onde o projeto está incluÃdo.
Não é que estes projetos não tenham coisas interessantes, claro que têm. O problema que projetos como o TUMO ou a Escola da Ponte têm é que são aplicados em meios pequenos e isso permite-lhes um controlo elevado sobre o trabalho dos estudantes, bem como um apoio elevado à s necessidades dos mesmos. Agora vamos tentar um projeto TUMO ou Escola da Ponte em turmas de 30 alunos, que tal? A Escola da Ponte também parte do princÃpio que os alunos não precisam de estudar certos temas porque podem ir à internet pesquisar…
Só para não falar que, mal por mal, o sistema de ensino está preparado para formar o maior número de alunos para um variado número de áreas. Projetos como TUMO ou EdP dependem dos interesses dos alunos, que não são necessariamente aptos para áreas que eles querem estudar no futuro.
Por princÃpio, este tipo de projetos não têm densidade nem fundamento pedagógico.
São modas, com grande investimento privado, orientado para projetos não universalizáveis, com investimento de quem procura destabilizar os sistemas educativos, para beneficiar economicamente com isso.
A teach for all é um cancro.
> Segundo o lÃder do projeto em Portugal, é financiado por privados. Só que a história não é bem assim. Em Coimbra, recebeu 250 mil euros da Câmara. No Porto, em Matosinhos e em Gaia também.
Many such cases