“Someone from Ermesinde to share the wife?” Within Telegram groups for sharing intimate images

https://observador.pt/especiais/dentro-dos-grupos-de-telegram-de-partilha-de-imagens-intimas/

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27 Comments

  1. StressAnxious8854 on

    Nem todos os homens mas quase sempre homens.

    Que nojeira. O problema está na forma como alguns homens são educados e na normalização da masculinidade tóxica.

    Mesmo os homens decentes, por reagirem na defensiva e tentarem silenciar estas críticas, acabam por contribuir pro problema.

  2. Shot-Growth3193 on

    É por causa destas merdas que temos de gramar com o chat Control. Nojentos do CRL…

    Edit: “gramar”, em vez de “tramar”.
    Eh malta!! Cuidado aí com os downvotes! xD Fiz-me entender mal! xD Não sou a favor do Chat Control, mas foram merdas deste género que deram argumentos aos nossos queridos políticos.

  3. Que nojo de gente. Depois vão chorar para a Internet a reclamar que ninguém lhes pega

  4. Este tipo de gajos é do maior nojo possível.

    Têm 0 respeito pelas companheiras e claramente pelas mulheres no geral. Cadeia para todos era o mínimo.

  5. HeavenlyShadow on

    Não contava começar o ano com náuseas, mas aqui estou. Infelizmente isto, é relativamente leve, tendo em conta o que por aí há…

  6. notweirdatallll on

    se houver consentimento não vejo qual é o problema. o que não falta são mulheres que se gostam de mostrar. o problema é se não querem apenas e só isso

  7. Excelente artigo do observador. Não gosto do jornal porque é tendencioso e com tendências.

    Mas está está bastante boa. Design, fluidez, cativa a atenção. Por mais trabalhos destes vale a pena pagar. Agora querem que paguemos para ler 90% de notícias que vêm default da Lusa.

  8. JovemDoRestelo on

    > Tinha publicado a imagem numa “story” de Instagram durante as férias de verão.

    > […] sentiu-se revoltada por saber que a sua fotografia estava a circular.

    Percebi mal ou esta é a mesma pessoa?

  9. Atenção, isto não era metade do problema se fosse feito por “monstros” ou “nojentos”, isto é feito muitas vezes por pessoas normais, convém também dar a ressalva que ha pessoas que são convidadas para grupos mas não são participantes ativos neles, no WhatsApp estão sempre a convidar para grupos do qual sei muito pouco.

    E não vale a pena dizer que estes homens eram piores que noutros tempos, que no passado este tipo de abusos era normalizados e esperados. Tudo é igual, apenas muda o meio em que ocorre.

  10. “juntava mais de 100 mil participantes”

    1% da população portuguesa numa merda destas

  11. Acho que o artigo está um bocado trafulha, mistura um pouco de tudo e pelo menos no tlm é confuso de ler.

  12. Zealousideal_Club134 on

    >No inverno de 2020, Margarida tinha acabado de fazer dezoito anos quando recebeu uma mensagem no Instagram. Era uma captura de ecrã que mostrava uma fotografia que não lhe era estranha. Nela, Margarida posava em frente a um espelho, de biquíni, e com o peito tapado por um braço. Lembra-se desse momento. **Tinha publicado a imagem numa “story” de Instagram durante as férias de verão**.

    >Meses mais tarde, a imagem estava a ser partilhada num grupo de Telegram com milhares de membros, dedicado exclusivamente à troca de conteúdo sexual ilícito.

    Percebi bem? Publicou uma foto mais ousada no Insta, que é público, e agora queixa-se que foi parar a grupos do Telegram?!

    É que este é o primeiro parágrafo do artigo. Sinceramente, até questiono se é mesmo ilegal. De resto, tudo o que seja partilhar fotos **privadas e enviadas num contexto privado** sem o consentimento do próprio, é obviamente ilegal.