> O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) admitiu que o novo sistema de triagem, que entrou em vigor no início do ano, possa ter contribuído para o desfecho fatal.
> Apesar de ter sido considerado uma situação de prioridade 3, mais de uma hora depois, pelas 12:48, a fita indica que a Cruz Vermelha do Seixal não tinha ambulância, que as ambulâncias de Almada e Seixal estavam ocupadas e, pelas 13:29, houve uma segunda chamada para o INEM a questionar a demora de meios. Pelas 14:05 houve uma nova chamada e foi registado que a vítima estava em paragem cardiorrespiratória e pelas 14:09 foi enviada a viatura médica de Almada, que entretanto ficou livre.
> O dirigente sindical disse ainda que “se o novo sistema não tivesse sido implementado, assim que a ocorrência foi criada [11:20], já se procuraria uma ambulância para ser enviada”.
Mais importante que demissões (que devia haver com este caso) era arranjar forma de começar a pedir penas por homicídio. Isto não vai lá só a demitir pessoas.
carrotcaky on
Ja se despediram ministros por muito menos.
always_somewhere_ on
A gestão dos meios está a ser mal feita. E isto não começa e acaba só com os políticos. Há muito pessoal pelo meio que simplesmente estão-se a cagar para fazer o trabalho correctamente.
besmarques on
É normal, já começou o novo periodo logo a Ministra precisa de aprender mais um pouco…
KeziahPT on
Nem quero imaginar o que teria acontecido se fosse esta a nossa ministra da saúde durante a pandemia.
VicenteOlisipo on
Ainda me lembro de directos das urgências do Santa Maria com o pivot a exigir escândalo e jornalista no terreno a dizer que na verdade não havia fila de ambulâncias por atender. Era a altura em que se exigia a demissão da Ministra da Saúde todas as noites nas TVs. O que será que mudou desde então?
Black_RL on
É fazer + 1 hospital privado e + 1 estádio de futebol.
Enfim……
alongstrangesomethin on
Por alguma razão quem lá trabalha disse que o novo presidente não servia e se tem oposto às alterações dos protocolos de triagem.
lostindanet on
Ah e tal, o INEM não está a funcionar, é melhor privatizar €€€€€€€
random_username432 on
Vergonhoso. Ainda por cima nos arredores de Lisboa.
JohnSnowHenry on
O outro bem tinha avisado que era um deserto…
saposapot on
Claramente este Presidente do INEM (a ministra vai no 3º ou 4º?) está a fazer um bom trabalho. Como já mudaram o nome sugiro mudarem a cor, pode ser q corrija o problema.
fdx, q descrição dos factos absolutamente tenebrosa: ah, deixem o senhor morrer e aí é que já vamos com rapidez.
raviolli_ninja on
Por alguma razão se chama “paciente” aos doentes.
shatbrickss on
Lembrem-se que já houve um ministra da saúde, que esteve à frente numa das piores crises de saúde deste país, e que saiu com nota positiva da mesma, que se despediu porque morreu uma grávida por falta de vagas no Santa Maria.
Algo completamente fora do controlo dela e não foi causada por decisões tomadas pela mesma.
A malta na altura pediu sangue e lixou-a em praça pública.
Já este ministra já tem mortes diretamente relacionadas com decisões tomadas por ela, e está tudo bem e impecável. Ninguém pede demissão nenhuma.
>Contactado pela Lusa, o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) confirmou a informação, admitindo que o novo sistema de triagem, que entrou em vigou no início do ano, possa ter contribuído para o desfecho fatal.
>”Provavelmente contribuiu porque, consoante a prioridade que lhe foi atribuída, poderia ser enviado o meio até 60 minutos. Por isso, até aí não me espanta que não tenha havido procura de meios para serem enviados”, afirmou o presidente do STEPH, Rui Lázaro.
País de palhaços.
hecho2 on
O novo sistema parece típico de teóricos.
Basicamente mesmo existindo capacidade não se socorre casos considerados pouco urgente porque pode haver uma emergência mais séria e queremos ter meios disponíveis.
Já deu para ver que isto tem tudo para correr mal. Os bombeiros já se queixa que agora as pessoas ligam diretamente para o quartel.
E vamos ter notícias destas todos os dias.
AdventurousSpeech184 on
Mesmo que tivesse ido de INEM chegava ao Garcia de Orta, e morria lá à espera de alguém, naquela sala cheia de pessoas com problemas 🙁
18 Comments
> O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) admitiu que o novo sistema de triagem, que entrou em vigor no início do ano, possa ter contribuído para o desfecho fatal.
> Apesar de ter sido considerado uma situação de prioridade 3, mais de uma hora depois, pelas 12:48, a fita indica que a Cruz Vermelha do Seixal não tinha ambulância, que as ambulâncias de Almada e Seixal estavam ocupadas e, pelas 13:29, houve uma segunda chamada para o INEM a questionar a demora de meios. Pelas 14:05 houve uma nova chamada e foi registado que a vítima estava em paragem cardiorrespiratória e pelas 14:09 foi enviada a viatura médica de Almada, que entretanto ficou livre.
> O dirigente sindical disse ainda que “se o novo sistema não tivesse sido implementado, assim que a ocorrência foi criada [11:20], já se procuraria uma ambulância para ser enviada”.
* [webarchive](https://archive.ph/Oclo5)
Mais importante que demissões (que devia haver com este caso) era arranjar forma de começar a pedir penas por homicídio. Isto não vai lá só a demitir pessoas.
Ja se despediram ministros por muito menos.
A gestão dos meios está a ser mal feita. E isto não começa e acaba só com os políticos. Há muito pessoal pelo meio que simplesmente estão-se a cagar para fazer o trabalho correctamente.
É normal, já começou o novo periodo logo a Ministra precisa de aprender mais um pouco…
Nem quero imaginar o que teria acontecido se fosse esta a nossa ministra da saúde durante a pandemia.
Ainda me lembro de directos das urgências do Santa Maria com o pivot a exigir escândalo e jornalista no terreno a dizer que na verdade não havia fila de ambulâncias por atender. Era a altura em que se exigia a demissão da Ministra da Saúde todas as noites nas TVs. O que será que mudou desde então?
É fazer + 1 hospital privado e + 1 estádio de futebol.
Enfim……
Por alguma razão quem lá trabalha disse que o novo presidente não servia e se tem oposto às alterações dos protocolos de triagem.
Ah e tal, o INEM não está a funcionar, é melhor privatizar €€€€€€€
Vergonhoso. Ainda por cima nos arredores de Lisboa.
O outro bem tinha avisado que era um deserto…
Claramente este Presidente do INEM (a ministra vai no 3º ou 4º?) está a fazer um bom trabalho. Como já mudaram o nome sugiro mudarem a cor, pode ser q corrija o problema.
fdx, q descrição dos factos absolutamente tenebrosa: ah, deixem o senhor morrer e aí é que já vamos com rapidez.
Por alguma razão se chama “paciente” aos doentes.
Lembrem-se que já houve um ministra da saúde, que esteve à frente numa das piores crises de saúde deste país, e que saiu com nota positiva da mesma, que se despediu porque morreu uma grávida por falta de vagas no Santa Maria.
Algo completamente fora do controlo dela e não foi causada por decisões tomadas pela mesma.
A malta na altura pediu sangue e lixou-a em praça pública.
Já este ministra já tem mortes diretamente relacionadas com decisões tomadas por ela, e está tudo bem e impecável. Ninguém pede demissão nenhuma.
>Contactado pela Lusa, o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) confirmou a informação, admitindo que o novo sistema de triagem, que entrou em vigou no início do ano, possa ter contribuído para o desfecho fatal.
>”Provavelmente contribuiu porque, consoante a prioridade que lhe foi atribuída, poderia ser enviado o meio até 60 minutos. Por isso, até aí não me espanta que não tenha havido procura de meios para serem enviados”, afirmou o presidente do STEPH, Rui Lázaro.
País de palhaços.
O novo sistema parece típico de teóricos.
Basicamente mesmo existindo capacidade não se socorre casos considerados pouco urgente porque pode haver uma emergência mais séria e queremos ter meios disponíveis.
Já deu para ver que isto tem tudo para correr mal. Os bombeiros já se queixa que agora as pessoas ligam diretamente para o quartel.
E vamos ter notícias destas todos os dias.
Mesmo que tivesse ido de INEM chegava ao Garcia de Orta, e morria lá à espera de alguém, naquela sala cheia de pessoas com problemas 🙁
Como é que esta ministra continua no cargo?