Se um dia emigrasse gostaria de fazer uma tatuagem de um sÃmbolo tipo estes, mas estou-me a aperceber que isso provavelmente associaria-me a certos grupos e pessoas de merda lol
raviolli_ninja on
Feito em Adobe Illustrator Chisel. Bons velhos tempos.
5 Comments
# r/HistoriaEmPortugues
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É mais ou menos isto que temos nas moedas?
Sinal. O que está na imagem é um sinal rodado, não um selo pendente.
Aliás, na altura de Afonso I de Portugal os únicos selos que temos são os episcopais, já que a utilização dos selos como uma ferramenta de identificação documental mais eficaz do que as testemunhas (e a necessidade de um documento se valida a partir da confirmação de um notário público). Se a confirmação por via de notários públicos é uma realidade portuguesa a partir do reinado de Afonso II, os selos são mais antigos, mas eclesiásticos.
Não existem selos de D. Afonso Henriques conhecidos aos dias de hoje que não se tenham vindo a descobrir que se tratavam de falsificações. Por exemplo, uma doação de D. Afonso Henriques ao Mosteiro de Santa Cruz (Coimbra) em 1133 tem uma estampa de cera pendente muito reproduzida entre a historiografia, mas que se sabe hoje ser uma cópia elaborada no século XIII e que, ostentando um selo régio, mas pertencente a Afonso II.
Outro exemplo é, nomeadamente, uma doação ao mosteiro de Alcobaça (1157) que, apesar de apresentar um selo, se trata de uma renovação (ou confirmação) do filho Sancho I e que, como tal, usa o seu selo.
Fonte caso queiram consultar mais:
Morujão, Maria do Rosário Barbosa; *A Sigilografia Portuguesa em tempos de Afonso Henriques,*
Bué fixe
Se um dia emigrasse gostaria de fazer uma tatuagem de um sÃmbolo tipo estes, mas estou-me a aperceber que isso provavelmente associaria-me a certos grupos e pessoas de merda lol
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