
Marcelo: “There are no pure Portuguese, there are diverse Portuguese, in their cultural richness”
https://expresso.pt/curtas/2026-01-21-video-marcelo-nao-ha-portugueses-puros-ha-portugueses-diversos-na-sua-riqueza-cultural-cbb04b69
Posted by Castro_Laboreiro
23 Comments
Confere. Obrigado, Marcelo e António Costa…
D. Afonso Henriques teria vergonha do Marcelo, sempre a relembrar que o fundador de Portugal era filho de um francês…
Acho isto é facto que devia ser do conhecimento de toda a gente.
É difícil haver aqui porque o clima não ajuda. Mas cubanos puros são sem dúvida os melhores
Credo 🤡
Nem 8 nem 80. Só diz merda este Marcelo. Não existe povos puros, mas existe culturas, história, tradição e costumes portugueses que têm de ser preservados e mantidos. E não é com a descaracterização do povo português que isso vai acontecer.
Marcelo é fácil de falar lá na bolha onde vives, vem para o centro de Odivelas morar, ver se és assim tão bom, se recebes todos de braços abertos.
Quando vivemos na alta sociedade e os emigrantes só os vês quando te limpam a casa ou servem à mesa, parece tudo lindo, mas não é.
Vai para casa, não mandas uma para a caixa. E no caminho não te esqueças de doar o teu dinheiro todo a Angola ou Guiné como compensação pelo tempo colonial
E há portugueses que estão a dever anos à cova mas que ainda andam cá a dizer merda.
E tu tás a chalupar…
Sim, há portugueses “diversos”, e há portugueses que nasceram em Portugal, criados numa casa portuguesa, por pais que nasceram em Portugal, também criados numa casa portuguesa. Há portugueses que cresceram em casas de onde não fez parte a cultura, nem costumes nem línguas de mais nenhuma nação que não a de portugal.
Há claramente portugueses cuja etnia é própria de Portugal, e nenhum outro país pode reclamá-la. Há claramente Portugueses que falam uma língua e têm costumes que são próprios de Portugal. Se os chamas de “puros” ou “impuros”, é irrelevante, e parece-me uma manobra desonesta para subverter toda uma etnia que, na realidade, existe, e não deixou de existir só porque há 10 anos que está em processo de diluição rápida.
Eu não sou minimamente diverso. Não me auto-proclamo “puro”, tal como nunca vi ninguém fazê-lo, mas o que é que há assim de tão diverso em mim? Caucasiano, português nativo, criado sob costumes próprios deste pedaço de terra, numa casa onde toda a gente partilha destas mesmas características. O Marcelo claramente não se refere a mim quando diz “portugueses diversos”. Quer dizer, posso até ser diverso em muitos aspetos, mas certamente não no sentido de eu ser uma mescla de diversas etnias.
não sei de onde vieram os tugas com o sentido puritano, até parece que n conseguem ver a cor da pele dos tugas.
nem parece que metade do pais chama de marroquinos à outra metade nem nada…
cambada de cromos
Não há [INSERIR OBJETO] puro/a/os/as, há [INSERIR OBJETO] diversos.
Fica aqui o layout para aqueles que vierem depois.
Nem ele acredita nisto
inchem e não guinchem, direito de orgulho na sua genética está reservado aos países não ocidentais.
Marcelo a tentar desenquadrar as queixas das pessoas. Certamente existirão algumas pessoas que se queixam disso mas, obviamente que a queixa da maior parte das pessoas não têm nada a haver com raças ou purezas, mas sim a choques culturais.
Ou seja, o problema não sao raças mas a importação de grandes quantidades de pessoas com culturas que entram em choque com a nossa. Isto, obviamente que cria problemas na integração… principalmente se for feita sem qualquer tipo de peso ou medida ou estratégia de integração.
Sim, mas por essa lógica ninguém é “puro”: nem os japoneses, nem os britânicos, nem os aborígenes da Austrália.
A questão é quando pintam os portugueses como especialmente miscigenados, o que não é cientificamente correto. Nos últimos 3000 anos, só os celtas alteraram significativamente a demografia portuguesa. Romanos, visigodos e mouros ficaram basicamente como elite governante.
Se desde 500 a.C. somos praticamente o mesmo povo em termos de ADN, não é à toa que aparecemos como um grupo distinto em estudos genéticos.
A cultura de cada povo é uma mistura única que se formou ao longo da sua história e que o distingue de todos os outros, como uma impressão digital.
É por isso que somos diferentes dos espanhóis, dos galegos ou dos brasileiros.
É incrível como só parolos a favor de fronteiras abertas e descontrolo da imigração vêm com a conversa da pureza racial para justificar o absurdo que defendem.
Marcelo, se não gostas de Portugal, põe-te no caralho. Estavas bem em Moçambique!
Só porque a nossa história inclui muitos imigrantes, e a nossa etnia/DNA é diversa/o não implica de todo que devamos abrir as portas de forma escancarada, “diluindo” ainda mais aquilo que é nosso, e que aceitemos alterar a cultura, costumes, tradições, etc.
As tradições morrerem pelos filhos e netos nao se reverem nelas, tudo bem. É orgânico. (Muitas delas têm vindo a morrer devido aos millenials terem tido contacto com media – tv, internet – americana e afastarem-se de tradições tipicamente portuguesas). Os pais e avós tentarem preservar e continuar essas mesmas tradições é aceitável também.
Agora, a França e outros países também têm um histórico de imigrantes. Mas nao é por causa disso que devamos aceitar (nem eles) imigração de culturas e costumes completamente diferentes. Especialmente de países do outro lado do mundo.
Há muita gente que não se importa de importar imigrantes (tanto para fazer os trabalhos mais simples/pobres como se fossem escravos, como para se armar em bomzinho politica e moralmente) e a grande maioria são os que acham que “não existem fronteiras” (ao ser humano) porque todas essas definições são tautologicamente associadas a colonialismo ou imperialismo.
É um preto ou branco binário que não faz sentido e não preserva nada. Pelo contrário, é um aceleracionismo progressista que apenas derrota aquilo que um país é, com o seu povo. Aceito imigrantes que venham para cá para DAR a Portugal (ganho fiscal), que se queiram converter e assimilar às leis, costumes, tradições portuguesas, e que não venham para cá para diminuir (AINDA MAIS) o valor do trabalho, que permite às empresas pagar menos impostos e vencimentos, e que remove os portugueses de trabalharem nesses mesmos empregos.
A ideia de “há trabalhos que os portugueses não querem fazer” é uma narrativa errada e de certa maneira relacionada com a cultura do “ou tiras um curso superior ou não vales nada”, puramente invejosa e com complexos de inferioridade. Aumentem os salários que muitos portugueses não se importarão de o fazer.
Como tangente, anda por aí muita propaganda a favor da MercoSul, mas é mais uma fonte de competição e fonte de alimentos e mão de obra barata que vai mais uma vez prevenir o aumento de salários.
Só por curiosidade ainda gostava de ver um overlap entre a turma do “portugal nao tem cultura própria e a terra é dji todos” e a turma que insiste no “dever de defender o país” só para ver uma cena.
Nem por isso, Marcelo.
SE não há “portugueses puros” do ponto de vista genético – o que me parece relativamente pacífico – os portugueses eram um povo relativamente homogéneo do ponto de vista cultural, com traços comuns e unifidados por uma língua. E essa cultura comum era definia-se dentro de uma matriz europeia, mas com características próprias . Não, os portuguesses não eram “multiculturais”, tinham era uma natureza adaptativa, o que é bem diferente.
Após darmos a nacionalidade como brindes de chocolates baratos e abrirmos as portas a qualquer pessoa que deseje cá vir, é o que é, mas não é motivo de orgulho. Muito menos “agilizar” o acesso ao SNS a “descendentes da amiga” do filho. MAs isso, são outros 500.
Se toda a gente é pode ser considerado alguma coisa, essa coisa é coisa alguma.
esta conversa é bué chata fds
chatos do crl
O pai do Marcelo foi um médico, professor e político [português](https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal) do [Estado Novo](https://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_Novo_(Portugal)), figura de relevo da ditadura (Foi secretário do gabinete do [Ministro das Colónias](https://pt.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A9rio_das_Col%C3%B3nias) [Marcelo Caetano](https://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelo_Caetano) e governador-geral de [Moçambique](https://pt.wikipedia.org/wiki/Mo%C3%A7ambique)). A personalidade do Macelo foi fortemente influenciada pelo pai e penso que foi criado em Moçambique. Isto não teria nada de mal se não compactasse com o sistema e corrupção, tráfico de influências (como foi o caso das gêmeas).
A frase em si também não tem nada de mal.
O sentido em que a usa, para justificar:
– uma imigração descontrolada com consequências na qualidade de vida dos portugueses (custo da habitação, degradação dos serviços públicos, em especial o acesso aos cuidados de saúde.
– obtenção de cidadania portuguesa por pessoas que não falam português e com o único intuito dela obterem benefícios (livre circulação na União Europeia por exemplo) – *judeus sefarditas* e outros descendentes sem qualquer interesse pela cultura portuguesa.
Está bem avozinho, agora larga lá o bagaço e vai fazer a sesta.
Este idiota ainda não se pirou? Falta muito?